domingo, janeiro 30, 2011

O blog foi ver de perto a situação das estradas e reservatórios de água espalhados pelo município de Sitio Novo

O Giro girou e durante dois dias percorreu as principais estradas vicinais que cortam as diversas comunidades rurais do município de Sitio Novo para fazer um diagnostico de como ficou as estradas após as fortes chuvas que caíram no município no último dia 23. Chuava essa que acabou fazendo com que o principal açude do município transbordasse após seis anos em uma única chuva que durou mais de dez horas.

Na companhia do Servidor da Prefeitura Municipal Jefferson Ramiris da Silva, o blog trafegou pelas diversas comunidades rurais atingidas pelas fortes chuvas para diagnosticar quais são as situações atuais das estradas e reservatórios de águas espalhados por toda zona rural.


O acesso da estrada que liga a sede do município de Sitio Novo-RN, a comunidade do Carrasco está quase intransitável, já que apenas veículos pequenos ainda podem trafega na estrada.
O acesso que liga as comunidades do Carrasco a Monte Alegre também sofre com os enormes buracos causados pelas chuvas que caíram no município.
Neste outro trecho da comunidade de Monte Alegre próximo a divisa com município de Lagoa de Velhos é preciso desviar por fora da estrada para poder passar. 
Uma das piores estradas sem duvida é a da Malhada do Galdino, a comunidade foi registrou na mais 280mm de chuva no último domingo.
Na comunidade de São José vizinha a da Malhada do Galdino também foi registrado mais de 280mm, é outra que está intransitável até mesmo para motos que ficaram impedidas de trafegar por causa do rompimento de parte da estrada como se pode ver na foto.
   
 
 
Outro trecho muito atingido pela chuva foi o que liga o Distrito da Serra da Tapuia ao Sitios Tapuia e Salgadinho, o acesso também é usado por veículos de grande porte.  
 
 
Na comunidade Tapuia os buracos também se espalham em meio à estrada que dá acesso a sede do município de Sitio Novo e ficará ainda mais difícil quando as chuvas continuarem caindo fazendo com que a correnteza dos riachos que deságuam no açude Barra da Tapuia deixara a população da ilhada.
Na estrada dá acesso a Pedra de São Pedro, um dos pontos turísticos do município ficou bastante difícil a passagens de veículos que queiram visitar a Pedra. 
Chegando no Sitio Xique-Xique para pegar a estrada que liga a comunidade Tanque da Vaca a situação é ainda pior. Além da altitude do lugar enormes pedras e buracos estão espalhados por todo percurso da estrada.
Chegando ao Tanque da Vaca, uma das comunidades mais distante da sede do município, é possível ver que os moradores que não podem esperar pela recuperação da estrada trabalham para diminuir o problema tapando os buracos, pois precisam diariamente se locomover a sede do município, para utilização dos serviços como saúde, educação, assistência, bancos e etc..

Em alguns trechos da estrada do Catolé é preciso que sejam tomadas algumas providencias, os canos que levam água a comunidade começaram aparecer em meio a estrada.  
Em um dos trechos que ligam as Comunidades da Tapuia, Salgadinho, Catolé e Tanque Verde ao Distrito da Serra da Tapuia, ficou impossível o trafego dos veículos que fazem a linha Serra da Tapuia á Santa Cruz-RN aos sábados por causa da feira.

Dos vários reservatórios de água espalhados pela zona rural, dois estão com suas estruturas comprometidas. 
O grande volume de água que caiu no município fez com que a estrutura do Açude Comunitário João Raimundo Sobrinho ficasse comprometida precisando urgente de uma medida de prevenção para suportar as chuvas que ainda podem cair na região.

Parte da parede do sangrador do açude desabou por causa da infiltração causada pelo forte volume de água que se acumulou durante seu transbordamento.  Já na parede uma cratera também compromete a estrutura do açude.


No açude comunitário do Riacho dos Cavalos é outro que está com sua estrutura comprometida por causa da grande infiltração que atinge o sangrador do açude que poderá vir a cair causando o rompimento da parede que poderá ir embora por causa da forte correnteza de sua sangria. 


No açude comunitário do Exú, onde também foi registrado uma grande volume de chuva que atingiu os 270mm, a preocupação foi grande no momento da chuva, como da para ver na segunda imagem a marca onde a água atingiu, cerca de um metro para lavar por cima da parede.   

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